A intervenção urbana é uma forma de arte cujo objetivo é interagir, de maneira criativa e poética, com o espaço cotidiano e as pessoas. As intervenções são capazes de reinventar, ainda que momentaneamente, novos sentidos ao espaço escolhido e suscitar novas percepções às pessoas.

4.7.11

Narrativas de Cecília: mais uma intervenção das Narrativas de São Paulo realizada pelo Coletivo Pi

Na última quarta-feira, 29/06, aconteceu mais uma das intervenções do projeto Narrativas de São Paulo.
Desta vez, o local escolhido foi o Largo da Santa Cecília, o que levou ao nome Narrativas de Cecília.
Quem passou pela região, no período da tarde, encontrou, ali na esquina da igreja, próximo ao metrô, uma confortável e inusitada sala de estar.

Dentre as muitas pessoas apressadas que passavam e olhavam curiosas, algumas cederam uns poucos minutos do seu dia para contar histórias, compartilhar lembranças e reviver um pouco do bairro.


Fique atento à agenda do Pi para saber onde montaremos a nossa sala da próxima vez.


Confira mais fotos em nossa página no Facebook.

3.7.11

Encerramento de semestre da oficina de teatro para a terceira idade: Fragmentos de São Paulo

Este sábado (02/07) aconteceu a apresentação de encerramento de semestre da oficina de teatro para a 3º idade oferecida pelo Coletivo Pi em sua sede, no Clube Escola Santana.
Ministrada por Natalia Vianna, a oficina desenvolveu aspectos da improvisação teatral e priorizou os estímulos e inquietações trazidos do dia a dia de cada um dos participantes, o que culminou na apresentação de encerramento: personagens, fragmentos, incômodos, situações, preferências de cada um em relação à cidade de São Paulo.


















17.6.11

E as prováveis inquietações...

O PITí [Prováveis Inquietações sobre Teatro e Intervenção] aconteceu nesse sábado, 11/06 com a presença dos convidados anunciados e com outras pessoas interessadas no assunto.
Compartilhar as criações, as experiências, trocar idéias e fomentar novas! 
Das diferenças, das similaridades, das singularidades e de tantas afetações entre os trabalhos e fluxos de pensamentos dos envolvidos no debate - Coletivo Pi, OPOVOEMPÉ, Mapa Xilográfico e a profª Carminda Mendes André - o que mais ficou presente é que para nós que fazemos intervenções na rua, o espaço é a nossa linguagem,  é  a nossa matéria, é o nosso sangue.
 Acreditamos que todo ser humano é potencialmente artista (sensível, criador). A arte como parte da vida e a vida como a própria obra de arte, retomando o conceito de Foucault quando diz da construção da “estética da existência”.
Fazer e refazer a arte do cotidiano, tornar o invisível visível ou poder estranhar o familiar, extrapolar, extravasar. Ressignigicar o espaço e possibilitar uma percepção diferente. Mostrar que a realidade, que aquela realidade é um discurso, é uma realidade e não a única.
Inventar realidades!

Agradecemos a participação de todos e esperamos promover outros encontros e espaços para o diálogo.